Você não passa de um corpo que rola, levanta, puxa, sobe e desce. Mas isso tudo é tão divertido. O embalo, o enlaço, o abraço. Os toques cronometrados nas manhãs corridas. Logo eu me lembro que você não merece uma gota do suor produzido com nossos movimentos descontrolados – e deliciosos. Mas me rendo.
Meu bem, quando sair me chame pra trancar a porta.
Se render é tudo culpa da memória de pele...
ResponderExcluir